quarta-feira, 15 de abril de 2026

Quinta Cultural desta semana (16) aborda protagonismo de Dom Antônio Filipe Camarão na Batalha da Ilha do Bom Sucesso

    O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte realiza a Quinta Cultural desta semana (26) com o tema “Batalha da Ilha do Bom Sucesso (1646): uma vitória do Terço de D. Antônio Filipe Camarão”. A palestra é ministrada por Francisco Irajan Bezerril Júnior, historiador e mestrando que concentra sua pesquisa na conquista e territorialização das Capitanias do Norte (Paraíba e Rio Grande).
    O confronto foi estratégico no contexto da Insurreição Pernambucana (movimento contra o domínio holandês na Capitania de Pernambuco), pois o local era situado no Rio Paraíba, servindo de palco para uma vitória crucial das tropas locais contra os holandeses, que tentavam consolidar seu domínio sobre o território e o acesso aos recursos do interior.
    O palestrante aborda, no evento, o papel fundamental do Terço de D. Antônio Filipe Camarão. O líder indígena potiguar foi um dos principais nomes da resistência ao domínio holandês. Suas táticas de guerrilha e conhecimento do terreno do confronto pelas suas tropas indígenas foram determinantes para o sucesso militar no sertão e nas margens dos rios.
    A Quinta Cultural é uma das iniciativas permanentes do IHGRN voltadas à difusão do conhecimento histórico e à valorização da memória cultural do Rio Grande do Norte. O evento é gratuito e será realizado no Salão Nobre, com capacidade para 50 pessoas. No local são vendidas a Revista do IHGRN #103, a nova edição do livro “Responsabilidade Civil do Estado”, de Amaro Cavalcanti, e outras publicações.

Serviço
Quinta Cultural - palestra “Batalha da Ilha do Bom Sucesso (1646): uma vitória do Terço de D. Antônio Filipe Camarão”
Local: Salão Nobre do IHGRN - Rua da Conceição, 622, Cidade Alta, Natal/RN
Data: 16 de abril de 2026
Horário: 17h
Entrada gratuita

Texto: Marcela Bulhões
Imagem: Maria Simões

domingo, 8 de março de 2026

8 de março - Dia Internacional da Mulher

 

    Nesta data significativa, o Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte celebra a importância e o brilho de suas sócias. Mulheres que, com sensibilidade e profundidade, guardam a nossa memória do passado e difundem a cultura na atualidade, provando que a história potiguar só é completa quando escrita por mãos femininas.
    A presença dessas mulheres é o pilar que sustenta a evolução da nossa cultura. Ocupando espaços de saber, elas preservam o patrimônio do nosso estado, inspiram futuras gerações a compreenderem que a ciência e a pesquisa são territórios de direito e de excelência da mulher.

sábado, 7 de março de 2026

Sócios efetivos do IHGRN participam do VII Congresso Internacional de Riscos em Portugal

 
    Os professores Joacir Rufino de Aquino e Raimundo Inácio da Silva Filho, sócios efetivos do IHGRN, participam do VII Congresso Internacional de Riscos, em Portugal. O evento acontece entre os dias 26 e 29 de maio de 2026 na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Trata-se de um evento científico dedicado à análise de riscos naturais, focado na temática "Recursos Naturais, Energia e Sociedade: riscos globais e caminhos para a sustentabilidade".
    Docentes e pesquisadores da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Joacir Rufino e Raimundo Inácio apresentam trabalhos intitulados “Os riscos do circuito espacial de produção da cerâmica vermelha ao meio ambiente do Vale do Açu: uma análise do município de Itajá/RN/Brasil” e “Gestão e gerenciamento do lixo urbano nos municípios do Brasil: situação recente e desafios futuros”.
    O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, orgulhosamente, parabeniza os sócios pela participação neste evento de alto rigor científico, que reafirma o prestígio acadêmico da instituição em solo europeu. Os pesquisadores não apenas contribuem para o debate contemporâneo sobre vulnerabilidades e resiliência, como também fortalecem o intercâmbio de saberes entre o Nordeste brasileiro e a comunidade científica internacional.
    Essa representação posiciona a Casa da Memória como um centro ativo de produção de conhecimento que ultrapassa a preservação da memória, validando a excelência do quadro intelectual do Instituto, abrindo portas para novas parcerias que integram a história e a geografia potiguar aos grandes eixos de discussão do mundo atual.

Texto: Marcela Bulhões