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quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Instituto Histórico e Geográfico do RN publica a 104ª edição de sua revista

 
    O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte acaba de publicar a Revista do IHGRN #104, sua publicação mais tradicional. É produzida desde 1903 de forma contínua, sendo a publicação mais longeva do estado.
    A nova edição celebra e explora diversos centenários. Dois periódicos criados em 1926 no interior do estado, sendo eles o Jornal das Moças, na cidade de Caicó, feito por um grupo de mulheres liderado pela professora Georgina Pires; A Salinésia, jornal criado por um grupo de jovens no município de Macau.
    Em 1926 também aconteceram fatos históricos, como a fundação da Federação Espírita do RN e a passagem da Coluna Prestes por São Miguel, um dos marcos do movimento tenentista. A edição aborda ainda centenários de nascimento de dois célebres potiguares que deixaram rico e permanente legado intelectual, o folclorista Deífilo Gurgel e o escritor e aviador Pery Lamartine.
    A edição #104 é fruto de um esforço coletivo e árduo em prol do compromisso da instituição em preservar, pesquisar e difundir a história, a geografia e a cultura potiguar. Contando com recursos financeiros sempre escassos, a publicação foi possível graças à brilhante e dedicada equipe de editores e colaboradores envolvida no projeto, a quem a instituição manifesta profundo agradecimento.
    A imagem da capa foi gerada por inteligência artificial, baseada em artigos que figuram na edição, como também da reconstrução da única imagem do expedicionário José Varela existente, pertencente ao acervo do Espaço Cultural do 16º Batalhão de Infantaria Motorizado. Ajustes da composição foram sugeridos por Maria Simões.
    O lançamento pode ser adquirido na livraria do IHGRN, na sede histórica do Instituto, localizada na Rua da Conceição, no centro histórico de Natal. Custa, à vista, R$ 50 para o público geral e R$ 40 para sócios da instituição (acréscimo para pagamento na maquineta).

Texto: Marcela Bulhões (com informações de Pedro Simões)

terça-feira, 3 de março de 2026

A geografia do sertão que ajudou a erguer um clássico nacional

 Revista do IHGRN revela consultoria de Oswaldo Lamartine a Rachel de Queiroz em "Memorial de Maria Moura"
    Um dos grandes clássicos da literatura brasileira do fim do século XX guarda, em suas entranhas, a contribuição decisiva de um potiguar. A edição 103 da revista do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (IHGRN), a mais antiga publicação em circulação no estado, revela a consultoria prestada por Oswaldo Lamartine de Faria à escritora cearense Rachel de Queiroz na construção do romance "Memorial de Maria Moura".
    No artigo “Uma geografia para Maria Moura”, o jornalista e escritor Gustavo Sobral, sócio do IHGRN, reconstrói essa história pouco conhecida. Reconhecido como “sertanólogo”, Oswaldo Lamartine dedicou grande parte de sua obra ao estudo do Seridó e do universo sertanejo. Entre suas muitas facetas, estava a de consultor especializado em assuntos do sertão, função que exerceu quando Rachel preparava o romance publicado em 1992.
    Segundo Sobral, Lamartine levou a tarefa a sério. Produziu manuscritos e desenhos reunidos sob o título “A Geografia de Maria Moura”, material concebido como base documental e imagética para dar consistência histórica, territorial e cultural à narrativa. Parte desse conteúdo, verdadeira matéria-prima do romance, é disponibilizada na íntegra na nova edição da revista.
    O material impressiona pela minúcia. Oswaldo descreve e desenha aspectos centrais da vida sertaneja: o uso do burro-mulo, as técnicas de açudagem, a dinâmica da caatinga, o manejo do gado, a arquitetura das casas e currais, além de detalhes de utensílios domésticos. Nada lhe parece pequeno demais. Ele escreve com precisão quase etnográfica e, ao mesmo tempo, traduz em traços aquilo que explica em palavras, oferecendo não apenas informações, mas uma verdadeira cartografia cultural do sertão.
    A própria Rachel deixou registrado o reconhecimento pela colaboração, ainda no início dos anos 1990. “Oswaldo levou a sério a tarefa e passou a me fornecer toda espécie de informação que eu lhe solicitava”, afirmou. Em outro trecho, reforça a dimensão do saber do potiguar: “Acho que, no Brasil, ninguém entende mais do sertão e do Nordeste do que Oswaldo”.
    A edição 103 amplia o olhar sobre essa contribuição ao trazer também o artigo “Os desenhos de Oswaldo Lamartine”, assinado pela doutora e artista visual Angela Almeida, também sócia do instituto, que analisa a dimensão gráfica do material produzido. O estudo destaca como os traços e esquemas elaborados pelo "sertanólogo" ultrapassam o caráter ilustrativo, configurando-se como parte essencial da arquitetura simbólica que sustentou o romance.
    Ao recuperar esse episódio, a revista do IHGRN não apenas ilumina os bastidores de uma obra consagrada, mas reafirma a importância da produção intelectual potiguar na construção de narrativas centrais da literatura brasileira. A revista pode ser adquirida diretamente na sede do Instituto, na Rua da Conceição, em Natal, onde o público tem acesso à publicação e ao acervo da instituição.

Texto: Octávio Santiago
Imagem: Maria Simões

sábado, 25 de outubro de 2025

Lançamento da Revista IHGRN #103 e palestra da Comitiva do IHGRN na Quinta Cultural

 
André Felipe Pignataro palestrando sobre a Comitiva do IHGRN

Honório de Medeiros apresentando a Comitiva do IHGRN

André Felipe Pignataro em palestra com casa cheia

Público lotou o salão nobre do IHGRN

Outra perspectiva do público

A Comitiva formada por Bárbara Michaella, Honório de Medeiros, André Felipe Pignataro e Gustavo Sobral

A Comitiva do IHGRN

André Felipe Pignataro e Camilla Cascudo

José Augusto Paiva, Maria Beatriz Pignataro, André Felipe Pignataro, Luana Paiva e Graça Paiva

Elza Bezerra, Angela Almeida e Gustavo Sobral

Luiz Mariz, André Felipe Pignataro e Walclei Azevedo

Francisco Galvão tocando sax durante o coquetel de lançamento da Revista 103

André Felipe Pignataro, Francisco Galvão, Thiago Freire e Kamisson Azevedo

André Felipe Pignataro, Bruno Ernesto e Gustavo Sobral

    O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte realizou ontem (23) mais uma edição da Quinta Cultural, marcada pelo lançamento da Revista IHGRN #103.
    A nova edição apresenta ao público os Diários da Comitiva do IHGRN, escritos por André Felipe Pignataro, um dos editores da revista e integrante da expedição que percorreu, em 2023, os caminhos da histórica viagem do presidente da Província, Pedro Leão Veloso, realizada em 1861.
    O evento teve início com uma homenagem ao poeta Paulo de Tarso Correia de Melo, falecido no dia 21 de outubro. Gustavo Sobral leu um poema do autor, seguido de um minuto de silêncio em sua memória. O escritor Honório de Medeiros, sócio do Instituto e também membro da Comitiva, apresentou o palestrante André Felipe Pignataro.
    A palestra apresentou o percurso completo da comitiva contemporânea, realizada em três etapas, entre julho e outubro de 2023, que refez, com rigor histórico e olhar contemporâneo, o itinerário de Leão Veloso. Foram mais de 3 mil quilômetros percorridos, passando por Macau, Assú, Caicó, Pau dos Ferros, Apodi, Mossoró e Porto do Mangue, entre outras localidades, reconstituindo a rota e os registros do passado através de mapas, fotografias e relatos.
    A conferência foi acompanhada por sócios e convidados. O Salão Nobre ficou completamente ocupado. Encerrando a programação, foi realizado um coquetel de lançamento no jardim da Casa da Memória, reunindo os participantes e celebrando a nova edição da revista que está à venda na sede do Instituto.
    O Instituto agradece ao Sistema Fecomércio RN, representado pelo diretor Fernando Virgilio, pela parceria e pelo compromisso com a promoção da cultura e do conhecimento no estado; ao sócio Francisco Galvão, saxofonista, pela sua apresentação musical; à equipe de colaboradores Antônio Sales, Erineide Mendes e Manoel Bezerra.

Fotos: Colaborações diversas

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Revista IHGRN #103 destaca entrevista com Joventina Simões e material inédito de Oswaldo Lamartine

 
    A nova edição da Revista IHGRN (#103) chega ao público trazendo uma entrevista inédita com Joventina Simões Oliveira, presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte, realizada pelo jornalista Ciro Pedroza. 
    Na conversa, Joventina, primeira mulher a presidir o Instituto, reflete sobre sua trajetória e a sua trajetória na instituição, as metas para o quinquênio 2025–2030 e o papel do IHGRN na preservação da memória potiguar. A entrevista é acompanhada de seu discurso de posse, em que reafirma o compromisso com a continuidade das ações de salvaguarda e difusão do patrimônio histórico do Rio Grande do Norte.
    A edição também apresenta material inédito de Oswaldo Lamartine de Faria, textos de Rogério Bivar sobre o cavalo e a marcha no Nordeste; Ormuz Barbalho Simonetti sobre a jangada; Kamisson Azevedo e Thiago Freire sobre as ruínas do litoral potiguar; e Octávio Santiago que apresenta o projeto expográfico do Memorial da Assembleia Legislativa.
    Outro tema de relevo é a Comitiva IHGRN, documentada pelo sócio e integrante da comitiva André Felipe Pignataro Furtado de Mendonça e Menezes. A comitiva percorreu os mesmos caminhos percorridos pelo presidente da província Leão Veloso em 1861. Os diários de viagem revelam uma importante página da história intelectual e institucional do IHGRN.
    A Revista IHGRN #103 será lançada quinta-feira, 23 de outubro, às 17h, na sede do Instituto, com palestra de André Felipe Pignataro sobre o tema A Comitiva IHGRN: nos passos de Leão Veloso.

Serviço
Lançamento da Revista IHGRN 103
Quinta-feira, 23 de outubro, às 17h
Sede do IHGRN – Rua Conceição, 622, Cidade Alta, Natal

Fotos: Reprodução

terça-feira, 21 de outubro de 2025

IHGRN lança a edição da sua revista 103 com material inédito e novo projeto gráfico

 
    O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte lança, nesta quinta-feira, 30 de outubro, às 17h, na sede do IHGRN, a edição nº 103 da Revista IHGRN (2025).
    A nova edição apresenta um material inédito de Oswaldo Lamartine de Faria, A Geografia de Maria Moura, agora incorporado ao acervo do Instituto. O texto é acompanhado de um olhar gráfico de Angela Almeida e de um ensaio de Gustavo Sobral.
    Entre os destaques estão os textos de Mara Macêdo sobre Lamartine e o cordel; Rogério Bivar sobre o cavalo; André Felipe Pignataro sobre a viagem da Comitiva IHGRN; Kamisson Azevedo e Thiago Freire sobre as ruínas do litoral potiguar.
    Ormuz Barbalho Simonetti sobre a jangada; Octávio Santiago sobre o Memorial da Assembleia Legislativa; uma entrevista inédita com Joventina Simões, presidente do Instituto, pelo jornalista Ciro Pedroza. Julia Chaves escreve sobre Jeane Nesi; Elza Bezerra sobre Eulália Barros; Fernando Bezerra sobre Paulo Balá; e João Felipe da Trindade sobre a descendência do capitão-mor Manoel de Abreu Soares.
    O lançamento acontece durante a Quinta Cultural, com a palestra “A viagem da comitiva do IHGRN”, ministrada por André Felipe Pignataro.

Serviço
Lançamento da Revista IHGRN 103
Quinta-feira, 30 de outubro, às 17h
Sede do IHGRN – Rua Conceição, 622, Cidade Alta, Natal

Imagem: Maria Simões

sábado, 18 de outubro de 2025

Revista do IHGRN 103 publica material inédito de Oswaldo Lamartine e destaca a importância de seus desenhos

 
    A nova edição da Revista IHGRN, #103, traz ao público um conjunto inédito de textos e desenhos do escritor Oswaldo Lamartine de Faria, em documento elaborado para a escritora Rachel de Queiroz e destaca um lado pouco conhecido de sua vasta produção intelectual: os desenhos.
    Gustavo Sobral escreve sobre a obra e a colaboração de Oswaldo Lamartine com Rachel de Queiroz; a pesquisadora Angela Almeida apresenta um estudo original sobre os desenhos; e a historiadora Mara Macedo estuda a relação de Oswaldo Lamartine com o cordel.
    As publicações são resultado da Comissão dos Documentos Oswaldo Lamartine, a partir dos documentos entregues oficialmente ao Instituto, em gesto simbólico e histórico, por Gustavo Sobral, quando o pesquisador recebeu o acervo das mãos de Murilo Paiva, sobrinho do escritor, durante o lançamento do livro de Sobral, Dicionário Oswaldo Lamartine.
    Em um momento em que tantos acervos importantes do Rio Grande do Norte permanecem em coleções privadas e não acessíveis ao público, o gesto de doação e de preservação pública da obra de Oswaldo Lamartine se afirma como exemplo notável de compromisso com a memória e o patrimônio cultural potiguar.
    O lançamento da Revista do IHGRN #103 acontece na próxima quinta-feira, 23 de outubro de 2025, às 17h na sede do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte. O evento conta com palestra de André Felipe Pignataro, um dos editores da revista e autor dos Diários publicados nesta edição, integrante da Comitiva IHGRN. O encontro integra a Quinta Cultural do Instituto e é aberto ao público.

Imagens: Reprodução

sábado, 6 de setembro de 2025

Restauro de cadeira antiga traz a Natal relatos inéditos de sobrevivente das duas guerras mundiais

 
    Durante o restauro de uma antiga cadeira de família em Natal, daquelas que atravessam gerações, os contatos entre parentes sobre a recuperação do móvel trouxeram ao estado uma relíquia: uma correspondência escrita por uma antepassada a quem pertencia a cadeira, sobrevivente das duas grandes guerras.
    A carta, assinada por Aline Wilhelmine Kimberb Imhof e preservada por seus descendentes, data de 4 de janeiro de 1962 e foi redigida na cidade de Lucerna, na Suíça. Destinada, segundo a autora, “aos seus filhos e netos”, a mensagem atravessou o tempo e as línguas: escrita originalmente em alemão, traduzida primeiro para o inglês e depois para o português.
    Nascida em 1886, na Estônia, então parte do Império Russo, Aline narra passagens marcantes da história mundial sob sua ótica pessoal e corajosa. Em um dos trechos, ela descreve o caos ao fim da Primeira Guerra Mundial, em meio à Revolução Russa de 1917:
    “Qualquer pessoa podia portar uma arma e usá-la, fiquei sozinha com meus filhos.”
    Na tentativa de salvar o marido, Aline partiu para São Petersburgo, onde teve um encontro com Lenin, então chefe de governo da Rússia Soviética:
    “Parece que Lenin não tinha medo de morrer. Ele recebia todos que tinham algo a lhe dizer. Na entrada, recebi um papel carimbado que me permitiu subir ao andar superior.”
    Outro trecho da carta remete a fevereiro de 1918, quando tropas alemãs ocuparam sua cidade natal:
    “Durante uma intensa geada, vários homens da tropa ciclista alemã cercaram nossa cidade natal. Eles estavam malvestidos para o frio; alguns morreram no caminho, enquanto outros tremiam de frio.”
    A narrativa avança pelas décadas seguintes e segue para os horrores da Segunda Guerra Mundial, quando os países bálticos foram invadidos pelo Exército Vermelho:
    “Desrespeitando todos os acordos, ocuparam os países bálticos e estabeleceram um governo provisório pró-soviético. Isso marcou o fim da nossa liberdade. Começou então um período de expropriações, deslocamentos forçados e extermínios em massa.”
    Em um dos relatos mais impactantes, Aline relata a sensação de fuga e sobrevivência:
    “Um genocídio foi iniciado, com as lacunas sendo preenchidas por russos e asiáticos. Tivemos que deixar tudo para trás e nos sentimos muito felizes por termos saído com vida. Fomos invejados pelos infelizes que tiveram de ficar para trás.”
    Os relatos seguem até sua chegada ao Brasil, compondo um valioso testemunho de vida, memória e resistência, agora recuperado e finalmente compartilhado. A carta agora está espacialmente próxima à cadeira, talvez no mesmo lugar onde Aline possa ter se sentado para escrevê-la.
    Essa e outras histórias integram a edição nº 102 da Revista do IHGRN, a mais antiga publicação ainda em circulação no estado. Lançada em março deste ano, está à venda na livraria do Instituto Histórico e Geográfico. A renda obtida com as obras disponíveis na livraria contribui com a manutenção da Casa da Memória.

Texto: Octávio Santiago
Imagem: Maria Simões

terça-feira, 1 de julho de 2025

Revista do IHGRN apresenta artigo sobre a Coluna Capitolina

 
    O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte apresenta mais um artigo da 102ª edição de sua revista, lançada em março de 2025. Foi escrito pelo advogado e pesquisador André Felipe Pignataro Furtado de Mendonça e Menezes, sócio da instituição, e apresenta a Coluna Capitolina, monumento histórico que foi doado ao município de Natal pela Itália em 1931.
    O artigo completo pode ser lido adquirindo a Revista do IHGRN nº 102, à venda no prédio histórico da instituição, aberto a visitação de segunda a sexta, 8h às 12h.
    A renda obtida com as publicações disponíveis na livraria contribui com a manutenção da Casa da Memória. 

Texto e fotos: Marcela Bulhões

segunda-feira, 9 de junho de 2025

Revista do IHGRN apresenta artigo sobre sesmarias e a capitania do Rio Grande do Norte

    O Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte apresenta uma parte do primeiro artigo da 102ª edição de sua revista, lançada em março de 2025. Escrito por Carmen Alveal, Marcelo Igor Araújo e Thiago Alves, explica de forma objetiva como funcionava o mecanismo utilizado pela Coroa Portuguesa para distribuir terras no período do Brasil Colonial, a fim de ocupar o território e fomentar a economia agrária.
    No Rio Grande do Norte foram concedidas 700 sesmarias entre 1659 e 1831, conforme consta nos livros de sesmarias depositados no acervo do IHGRN. Os autores do artigo consultaram dados de diversas instituições, incluindo mapas de georreferenciamento. Uma das referências da publicação é a dissertação de Carmen Alveal, que aborda a legislação sesmarial e os processos de demarcação de terras.
    Antecedendo o artigo, o prefácio apresenta a revista. Foi escrito por seus editores, André Felipe Pignataro, Gustavo Sobral e Pedro Simões. O artigo completo pode ser lido adquirindo a Revista do IHGRN nº 102, à venda no prédio histórico da instituição, aberto a visitação de segunda a sexta, 8h às 12h.
    A renda obtida com as publicações disponíveis na livraria contribuem com a manutenção da Casa da Memória. 
    Texto e fotos: Marcela Bulhões